Política
Publicado em 20/10/2026, às 19h37 BNEWS Lara Curcino e Carolina Papa
A coordenação da Campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou, nesta terça-feira (20), que realizou reuniões estratégicas para definir os próximos passos na reta final da disputa eleitoral pelo Palácio do Planalto.
Em entrevista à imprensa, o ex-ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que o debate sobre a atuação da Meta foi adiado “temporariamente”. O senador relata que as campanhas têm uma reunião agendada com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e representantes da big tech.
Para jornalistas, Camilo Santana, que também coordenada a campanha de Lula, detalhou ainda a articulação em torno do pedido da retirada de sigilo de Flávio Bolsonaro (PL). A avaliação é que abertura integral de contas bancárias, fiscais e telefônicas, medida já adotada pela família do presidente Lula, é a única forma de esclarecer os fatos à população.
“Uma das coisas importantes que eu queria destacar aqui é que no próprio pedido de abertura de contas, eles deixam claro porque é que o Flávio não quer abrir o seu sigilo. É que uma das empresas dele, a Casar Holdings, é uma empresa que tem como sócio a titularidade do senhor Willer Tomaz, que está sendo investigado pela Polícia Federal no inquérito que apura o desvio de recursos dos aposentados do Brasil”, destacou.
“A melhor forma de provar quem é ladrão, quem é corrupto nesse país, até para que o eleitor possa escolher o futuro do nosso país, é abrir as contas e continuar o desafio feito pelo presidente Lula para que ele faça essa abertura. Eu acho que essa é a mais importante ação”, acrescentou.
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