Política
Publicado em 05/09/2025, às 08h59 - Atualizado às 08h59 Divulgação/Receita Federal Daniel Serrano
A Rede Sol Fuel Distribuidora firmou uma série de contratos públicos para abastecer veículos e aviões da Presidência da República, de alguns ministérios (como da Fazenda, Defesa e Saúde) e com prefeituras, estatais e forças de segurança, a exemplo da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
No entanto, a empresa pertence ao empresário Valdemar de Bortoli Júnior, um dos alvos da Operação Carbono Oculto. A ação foi deflagrada na semana passada e investiga a participação do Primeiro Comando da Capital (PCC), em empresas de investimentos localizadas na Faria Lima, luxuoso centro financeiro de São Paulo. As informações são da coluna de Lauro Jardim, no jornal Globo.
Segundo as investigações, Bortoli é uma “pessoa de sólidos vínculos com diversas entidades e indivíduos envolvidos nas fraudes e lavagem de capitais”.
Ele teria vendido a empresa por R$ 30 milhões para o fundo Mabruk II, que nega a negociação. O fundo também é investigado pela operação da PF, por ter sido um dos financiadores das aquisições do PCC no mercado de combustíveis.
A Rede Sol Fuel Distribuidora soma R$ 424 milhões em contratos públicos. Ao todo, são ao menos 26 contratos ativos com prefeituras, estatais e forças de segurança. Entre os acordos mais relevantes estão:
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