Política
Publicado em 02/06/2024, às 07h41 Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil Daniel Serrano
O Supremo Tribunal Federal (STF) está há seis meses tentando intimar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para responder a uma ação em que ele responde por ter comparado, em julho do ano passado, "professores doutrinadores" a traficantes de drogas. No entanto, a Corte ainda não teve sucesso na empreitada. A informação é da coluna Painel, no jornal Folha de São Paulo.
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De acordo com a publicação, por conta da dificuldade do STF em intimar Eduardo Bolsonaro, a deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP) propôs ao ministro Nunes Marques que faça a citação por hora certa, quando a justiça determina um dia e um horário para que o parlamentar receba a intimação.
O pedido da deputada foi defendido pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que, em maio deste ano, recomendou a aprovação do pedido de Cavalcante, pelas evidências de que Eduardo Bolsonaro está se escondendo da justiça para não receber a notificação. Até o momento, Nunes Marques, relator do caso, ainda não se manifestou.
Em um evento realizado em julho do ano passado, Eduardo disse que "não tem diferença de um professor doutrinador para um traficante de drogas que tenta sequestrar os nossos filhos para o mundo do crime" e que "talvez até o professor doutrinador seja ainda pior, porque ele vai causar discórdia dentro da sua casa, enxergando opressão em todo o tipo de relação".
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