Política

Eleições 2026: Partidos de esquerda se dividem sobre vaga ao Senado em chapa majoritária

Com duas vagas ao Senado em jogo, a esquerda fluminense enfrenta divisões internas que podem prejudicar chances eleitorais  |  Jefferson Rudy/Agência Senado

Publicado em 22/09/2025, às 09h17   Jefferson Rudy/Agência Senado   Lucas Pacheco

A esquerda do Rio de Janeiro tem dados sinais de que falta consenso para definição das duas vagas ao Senado na chapa majoritária que disputará as eleições 2026. Em 2022, mesmo com apenas uma vaga disponível, o grupo lançou dois nomes, André Ceciliano (PT) e Alessandro Molon (PSB). Ambos perderam o pleito para Romário (PL), de direita, que se reelegeu sem grandes dificuldades. 

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Molon, que é ex-deputado federal, pretende se candidatar de novo e uma ala do PT defende que a ex-governadora e ex-senadora Benedita da Silva, hoje deputada federal, se lance na disputa. 

Entretanto, na última semana, enquanto o presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PT), candidato derrotado ao governo do RJ em 2022, saiu em defesa de Benedita, o prefeito de Maricá e vice-presidente nacional da sigla, Washington Quaquá, passou a avalizar o nome de Molon.

Ao jornal o GLOBO, Freixo afirmou que uma nova divisão seria um erro e que Benedita “é o melhor nome, pois será o primeiro voto da esquerda e ainda a segunda escolha de vários eleitores por ser evangélica.”

Defensores do nome da petista afirma que o fato de ela ser evangélica pode fazê-la furar a bolha da esquerda e se eleger ao Senado. 

Quaquá não ficou para trás. Em uma publicação nas redes sociais ao lado de Molon, ele disse que o nome do ex-deputado é o mais competitivo. 

“A prioridade zero, full, básica, máxima nessa eleição é o Lula! Depois é fundamental garantir um Senado progressista! Por isso que não podemos fazer bobagem! Molon é o candidato da esquerda com melhores condições de vencer! Precisamos agir com sabedoria nessa eleição!”, escreveu.

Classificação Indicativa: Livre


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