Política

“Eles fazem um programa de fachada", diz Geraldo Júnior em crítica à oposição

Geraldo Júnior (MDB) disse que ACM Neto copiou a maneira de fazer programa de governo de Jerônimo Rodrigues  |  Erickson Araújo / Divulgação

Publicado em 15/06/2026, às 20h57   Erickson Araújo / Divulgação   Redação Bnews

O vice-governador Geraldo Júnior (MDB) criticou a gestão do grupo político ligado a ACM Neto em Salvador durante a segunda edição do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada nesta segunda-feira (15), na Cidade Baixa. O emedebista questionou a iniciativa da oposição de criar um projeto semelhante ao do governador Jerônimo Rodrigues e afirmou que há diferenças no formato adotado. “Eles fazem um programa de fachada, nós temos um Programa de Governo”, declarou.

Durante o evento, Geraldo apontou falhas na educação municipal, especialmente na educação infantil, e criticou a posição de Salvador em indicadores de alfabetização. Segundo ele, a capital enfrenta dificuldades na oferta de creches e ainda possui um grande número de crianças vulneráveis sem atendimento. “Quem são eles para falar da educação de Salvador e da Bahia, enquanto eles não cuidam da educação infantil”, afirmou, acrescentando que “61% das crianças vulneráveis aguardam creches”.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

O vice-governador também comparou investimentos estaduais e municipais na área da saúde, atribuindo ao governo estadual a ampliação de estruturas hospitalares em Salvador. “Temos que agradecer ao presidente Lula e ao governador Jerônimo Rodrigues pelas escolas em tempo integral em Salvador e na Bahia”, disse. Ao criticar a rede municipal, ele mencionou filas, dificuldades de atendimento e afirmou que a gestão do grupo adversário construiu apenas uma maternidade em 16 anos.

Classificação Indicativa: Livre


TagsACM NetoGeraldo JúniorpgpJerônimo Rodrigues

Leia também


“Transformou a Prefeitura em comitê eleitoral”, detona deputado em crítica Bruno Reis


Peru: Eleição segue indefinida com Keiko Fujimori à frente por margem apertada