Política

Empresa ligada a ministro do STF entra na mira da CPI do Crime Organizado

Comissão pediu quebra de sigilo da Maridt Participações  |  STF / Reprodução

Publicado em 25/02/2026, às 12h58   STF / Reprodução   Redação

A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (25) um requerimento de quebra de sigilo da Maridt Participações, empresa pela qual o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal).

O requerimento, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), prevê que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) forneça informações consistentes na elaboração de RIFs (Relatórios de Inteligência Financeira) e que se proceda à quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa. As informações são da CNN.

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Também será pedido o registro e a duração das ligações telefônicas originadas e recebidas. Na justificativa do pedido, Vieira disse que a ideia é “desmantelar a complexa rede de influência e lavagem de capitais que orbita em torno do Banco Master e de suas conexões com agentes públicos de cúpula”.

Procurado, o ministro Dias Toffoli ainda não se manifestou sobre o caso.

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TagsstfCoafDias ToffoliBanco MasterCPI do Crime OrganizadoMaridt Participações

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