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Política

Empresário é preso após oferecer propina para vereadora e citar contrato com o governo da Bahia; empresa nega vínculo

A empresa negou que Diego Fernando tenha feito parte de seu quadro de funcionários ou representantes  |  Empresário preso por tentar pagar propina para vereadora - Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 26/08/2026, às 12h52 - Atualizado em 28/08/2026, às 00h10   Empresário preso por tentar pagar propina para vereadora - Reprodução/Redes Sociais   Eduardo Costa

Um empresário foi preso na terça-feira (25) após oferecer R$ 200 mil em propina para a vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo (União Brasil), durante uma reunião no gabinete da parlamentar, na Câmara Municipal.

O empresário, identificado como Fernando, se apresentou como representante da OAKMONT, empresa que possui contratos e já venceu processos licitatórios no governo da Bahia.

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No entato, em nota enviada ao BNews, a Oakmont Group afirmou ter recebido com surpresa as alegações divulgadas na imprensa envolvendo o nome da empresa. Segundo a companhia, foram iniciadas verificações internas para esclarecer as circunstâncias mencionadas.

A empresa negou que Diego Fernando tenha feito parte de seu quadro de funcionários ou representantes e informou que, até o momento, não identificou qualquer autorização, determinação ou orientação institucional relacionada às condutas relatadas [veja íntegra do posiconamento no fim da matéria].

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Uma das licitações vencidas pela empresa inclui o fornecimento de câmeras corporais para agentes das forças de segurança. 

Nas imagens usadas por Vettorazzo para acusar o empresário, ele cita a Bahia como exemplo da atuação da empresa em licitações públicas.

Fernando, no entanto, não dá a entender que existiu alguma irregularidade com contratos firmados no estado.

Na reunião, o empresário ofereceu R$ 200 mil para que a parlamentar utilizasse sua influência política para ajudar a empresa numa eventual licitação para implantação de câmeras corporais na Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo.

Fernando também cita o pagamento de uma comissão de 5% a 10% do valor do contrato, que poderia chegar a aproximadamente R$ 6 milhões.

Após ouvir as propostas, a vereadora deu voz de prisão ao empresário dentro do próprio gabinete e acionou a Polícia Civil, que passou a investigar o caso.

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Leia a íntegra do posicionamento enviado ao BNews pela Oakmont Group:

"NOTA OFICIAL

A Oakmont Group recebeu com surpresa as alegações recentemente divulgadas na imprensa envolvendo o nome da empresa e, assim que tomou conhecimento dos fatos, iniciou as verificações internas necessárias para compreender e esclarecer as circunstâncias mencionadas.

A empresa esclarece que em seu quadro de funcionários ou representantes nunca empregou a pessoa Diego Fernando. Até o momento, também não foi identificada qualquer autorização, determinação ou orientação institucional relacionada às condutas relatadas.

Desde que tomou conhecimento do caso, a Oakmont Group tem adotado todas as medidas ao seu alcance para contribuir com o esclarecimento dos fatos e coloca-se integralmente à disposição das autoridades competentes, inclusive para fornecer informações e documentos que possam auxiliar nas investigações.

A Oakmont Group repudia qualquer prática que viole a legislação ou seus princípios de ética e integridade. Com anos de atuação no mercado, a empresa mantém seu compromisso com a ética, a transparência, a governança e o cumprimento da legislação.

A Oakmont Group confia no trabalho das autoridades e considera fundamental que as investigações avancem para o completo esclarecimento dos fatos e a adequada apuração de eventuais responsabilidades, sem conclusões antecipadas.

Oakmont Group"

Classificação Indicativa: Livre


TagsAmanda VettorazzoJustiçapropinapolíticaGoverno da Bahiavereadora

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