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Política

Érico Brás avalia gestão de Bruno Monteiro à frente da cultura e cobra melhorias no Centro Histórico: "Olhar um pouco mais"

Segundo Érico Brás, o dinheiro para incentivo à cultura precisa chegar os produtores culturais principalmente em Salvador  |  Reprodução/BNews TV

Publicado em 05/11/2026, às 10h36   Reprodução/BNews TV   Bernardo Rego

O ator baiano Érico Brás fez uma análise de como está o setor cultural na Bahia e avaliou a gestão do secretário Bruno Monteiro à frente da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult). Segundo Brás, Bruno fez um bom trabalho, mas em Salvador ainda há pontos de atenção que precisam ser revistos. O ator falou sobre o assunto durante entrevista ao programa Giro Baiana 1ª edição, da Bnews TV, apresentado por Zé Eduardo, nesta quinta-feira (5). 

"Fez um ótimo trabalho em alguns lugares no interior, fez um ótimo trabalho em algumas pautas, mas algumas coisas ficaram para trás. O cinema está praticamente parado em Salvador. A gente precisa de edital, o dinheiro precisa cair no colo dos produtores, a gente precisa olhar um pouco mais para o Centro Histórico", argumentou Brás. 

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Polêmica sobre a contratação de Jorge e Mateus no Festival Virada

Érico Brás já tinha gravado um vídeo onde discorda da contratação da dupla sertaneja para se apresentar em Salvador durante os festejos de final de ano. Durante a entrevista ele falou sobre o assunto novamente e fez duras acusações contra artistas sertanejos contratados para eventos públicos.

“Eu primeiro queria falar como cidadão. Eu acho um absurdo, uma falta de vergonha, falta de respeito com o cidadão de Salvador colocar esses caras na grade”, disparou. “Eu já deixei bem claro que a música sertaneja é completamente racista, não tem preto no sertanejo, aí vêm dizer que preto não tem talento? Não tem uma zorra”, declarou.

Ator cobra mais artistas baianos no Réveillon

Além das críticas políticas, Érico Brás questionou a escolha das atrações e cobrou maior espaço para artistas da Bahia. Para ele, a programação poderia ser mais diversificada e contemplar nomes e manifestações culturais que representam a música produzida no estado.

O ator citou Pablo, artistas do arrocha, bandas de samba-reggae, Olodum e Ilê Aiyê como opções que poderiam integrar a festa. Também questionou a ausência de Igor Kannário.

“Poderia ser um pouco mais mesclado. Tem Pablo, que é um cara que o povo gosta, tem bandas de samba-reggae, tem os caras do arrocha, tem Olodum, Ilê. Podem trazer artistas de fora, mas artistas que respeitam a gente. Por que não botaram Igor Kannário, que é um cara que o povo gosta?”, questionou.

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TagsArtistasBahiaBruno MonteiroCentro HistóricocinemaculturaSalvadorÉrico Brás

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