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Política

“Eu sou o povo”, diz Professora Delliana antes de debate entre candidatos ao Senado na TV Bahia

A Professora Delliana, candidata do PSOL ao Senado, conversou com a imprensa antes do debate na TV Bahia  |  Devid Santana / Bnews

Publicado em 25/09/2026, às 22h29   Devid Santana / Bnews   Carolina Papa e Davi Lemos

A candidata ao Senado Professora Delliana (PSOL) afirmou, nesta sexta-feira (25), que se considera a candidatura que efetivamente representa a população baiana. A declaração foi dada antes do debate entre os candidatos ao Senado promovido pela TV Bahia.

“Eu sou a vertente que, de fato, representa o povo. Enquanto essas pessoas falam em novo do povo, eu sou o povo”, afirmou Delliana, em referência aos demais concorrentes. Segundo a candidata, a forma como sua campanha é conduzida também a diferencia dos adversários.

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“Enquanto essas pessoas têm a máquina, eu tenho inclusive pessoas que têm trabalhado em minha campanha sem receber nenhum dinheiro, nenhum incentivo. Isso é a minha diferença”, declarou.

Durante a entrevista, Professora Delliana também abordou sua posição sobre a desmilitarização da Polícia Militar. Para ela, a mudança deve ocorrer de maneira gradual e precisa ser acompanhada por investimentos na estrutura das forças de segurança.

“O processo de desmilitarização [da Polícia Militar] é um processo contínuo, paulatino. Há necessidade de investimento, inclusive, em tecnologia e inteligência”, afirmou. A candidata também defendeu uma formação mais adequada dos policiais e medidas para reduzir situações de confronto.

Delliana disse ainda que o enfrentamento ao crime organizado não deve se limitar à realização de operações policiais. “A gente precisa formar melhor os nossos policiais, precisa diminuir conflitos e confrontos para que a gente possa, de fato, interromper e fazer um enfrentamento ao crime organizado”, afirmou.

Ao comentar as operações realizadas em áreas urbanas e comunidades, a candidata criticou o que considera diferenças na condução dessas ações. “Não basta ter operações porque a gente vê que operações policiais muitas vezes acontecem nos centros das cidades sem que a gente tenha nenhum efeito colateral, que não tenha nenhuma vida de nenhuma pessoa perdida. A gente vê que nas comunidades é muito diferente”, disse.

Classificação Indicativa: Livre


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