Política
Publicado em 01/07/2026, às 23h47 Reprodução / Henrique Brinco / BNews Leonardo Oliveira e Henrique Brinco
O governador Jerônimo Rodrigues afirmou, durante a reinauguração do Teatro Castro Alves (TCA), na noite desta quarta-feira (1º), que busca transformar o espaço em um equipamento cultural frequentado por toda a população da capital e da Bahia. Em entrevista coletiva, o governador revelou que pediu ao secretário de Cultura, Bruno Monteiro, uma programação que combine shows pagos, eventos gratuitos e apresentações com preços populares.
“Eu pedi para o secretário de Cultura fazer uma programação para me apresentar. Tanto nos shows particularizados, o padrão das pessoas que querem vir, o artista, sentar e pagar, como gratuitos, quanto um show com preços populares, para garantir também o exercício de que esse espaço aqui seja um espaço visitado e frequentado por toda Salvador e por toda a Bahia”
Jerônimo também defendeu ações voltadas a públicos que normalmente têm menos acesso ao teatro. Segundo ele, a ideia é levar estudantes de escolas públicas, universidades, trabalhadores com suas famílias e pessoas com deficiência para dentro do TCA.
“Esse teatro às vezes ficou muito elitizado e o povo passa na porta, vê esse negócio gigante, não tem noção do que é isso aqui. É claro que vão ter shows pagos, particulares, privados, mas a gente quer garantir que com recursos públicos a gente possa garantir a presença de pessoas que não podem pagar com facilidade um teatro, um espetáculo, uma dança, um show, um canto”, declarou.
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O governador também relembrou episódios marcantes da história do TCA, como o incêndio que impediu a inauguração no passado e o mais recente dano no teto, além de citar a volta de Margareth Menezes ao TCA, agora como ministra da Cultura.
“Nós tivemos na história desse teatro em 58, quando ele foi concluso, um incêndio não permitiu que ele fosse inaugurado. Levou mais 9 anos para poder ser reconstituído. Depois, recentemente agora, um novo incêndio no teto, mas graças a Deus tá aqui devolvido e entregue para que o povo possa, durante esse período, acessar o teatro, mas durante agora a sua carreira, vê a como a história de Margareth, que a primeira apresentação dela, que ela não tinha nem noção de onde ela se daria, veio aqui e hoje ela volta como ministra da Cultura, fazendo um depoimento muito forte. Então, tá entregue o Teatro da Bahia, o Teatro Castro Alves”, disse.
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