Política
Publicado em 22/05/2025, às 09h06 - Atualizado às 09h06 Reprodução / Twitter Daniel Serrano
A Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania julga nesta quinta-feira (22) um pedido de Dilma Rousseff para que a ex-presidente seja reconhecida como anistiada política, pelas violações de direitos humanos que sofreu durante a ditadura militar. O caso será o primeiro item da pauta da Sessão Plenária do dia.
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Dilma foi presa em 1970, aos 22 anos, por ter atuado em uma organização contrária ao regime militar. Durante a prisão, ela foi torturada e, segundo a defesa da ex-presidente, foi impedida de retomar os estudos na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além de ser pressionada a deixar um cargo público no Rio Grande do Sul.
O pedido de anistia foi protocolado em 2002. No entanto, a tramitação foi suspensa enquanto ocupava cargos no governo. Já em 2016, ela solicitou a retomada do processo. O requerimento foi negado em 2022, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesta quinta-feira (22), a Comissão vai analisar o recurso apresentado pela defesa.
Atualmente, Dilma mora na China, onde preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), instituição financeira do grupo dos Brics.
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