Política

Família de Flordelis passa por crise financeira após prisão da pastora; veja o tamanho da dívida

Ela foi presa em 2019 por envolvimento no assassinato do seu marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza  |  Brunno Dantas/TJ-RJ

Publicado em 16/12/2024, às 08h58   Brunno Dantas/TJ-RJ   Cadastrado por Daniel Serrano

A ex-deputado federal e pastora Flordelis já cumpriu dois anos da pena de 50 impostos pela justiça pela suposta participação no assassinato do seu marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza, em 2019. Nesse período, os dez filhos adotivos e afetivos que seguem na casa da ex-deputada em Niterói enfrentam dificuldades financeiras e correm o risco de despejo ou até de prisão por furto de energia. A informação é do blog True Crime, no jornal O Globo.

De acordo com a publicação, as dívidas dos filhos de Flordelis já ultrapassam a cifra de R$ 600 mil. O débito pode fazer com que eles percam o imóvel. Parte do financiamento da casa que serviu de palco para o assassinato do pastor Anderson do Carmo, em 2019, está atrasada desde que a ex-deputada foi presa, em 2021. Só o atraso no pagamento das prestações do financiamento totaliza cerca de R$ 500 mil.

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A advogada Janira Rocha, que representante de Flordelis, disse que a prisão da ex-deputada desestruturou a família. “Alguns filhos que ficaram na residência trabalham como garçonete e motorista de aplicativo. Mas a renda é insuficiente para bancar o pagamento da casa”, disse a advogada ao blog.

Além das prestações do financiamento, o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do imóvel está em aberto há mais de um ano, acumulando uma dívida que supera os R$ 10 mil. No Brasil, o não pagamento do imposto pode resultar na execução fiscal do imóvel, podendo levar a um leilão para quitação da dívida.

Além disso, os familiares de Flordelis também estão sem pagar as contas de luz e água, gerando uma dívida de aproximadamente R$ 10 mil, o que levou a Enel, empresa responsável pela distribuição de energia elétrica em Niterói, a cortar o fornecimento quando o débito completou dois meses. Na semana passada, técnicos da concessionária descobriram uma ligação clandestina, chamado de “gato”, feito pelos moradores do local.

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