Política

Flávio Bolsonaro diz que vai declarar "guerra" contra Comando Vermelho, PCC e milícias

O candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) diz que o atual governo falhou no combate às facções criminosas  |  Reprodução / Instagram

Publicado em 21/09/2026, às 21h35   Reprodução / Instagram   Redação Bnews

O candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta segunda-feira (21), durante agenda em Natal (RN), que pretende “declarar guerra” às facções criminosas a partir de janeiro do próximo ano. Na declaração, o senador citou o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho e as milícias e afirmou que pretende classificá-los como organizações “narco-terroristas”.

“O Brasil falhou contra as facções porque tem um presidente da República que acha que não é problema nacional isso”, afirmou Flávio. Segundo o candidato, o governo federal deve atuar no combate ao tráfico de drogas e de armas e no controle das fronteiras. “Os fuzis entram pelas nossas fronteiras, as drogas entram pelas fronteiras do Brasil. É competência do governo federal combater o tráfico de drogas, o tráfico de armas”, disse.

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Flávio também defendeu o endurecimento das penas para determinados crimes. Entre as medidas citadas, está o aumento da pena para quem roubar celulares. “Vamos aumentar a pena para que rouba celular também em no mínimo oito anos de pena”, afirmou.

O candidato ainda defendeu a adoção de “castração química para estuprador” e outras medidas de endurecimento da legislação penal. Ao concluir a declaração, Flávio afirmou que pretende “devolver as ruas ao povo trabalhador” e reiterou a intenção de ampliar a atuação federal contra o tráfico de drogas e armas.

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