Política
Publicado em 01/07/2026, às 15h20 - Atualizado às 15h27 Rosinei Coutinho/STF Antonio Dilson Neto
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados no inquérito que apura a origem dos R$ 468 mil apreendidos na residência do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
A decisão também determina o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra empresários, advogados e o suposto comprador de um imóvel negociado pelo parlamentar em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro.
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Segundo o texto, que tramita sob sigilo, a Polícia Federal identificou que os pacotes de dinheiro encontrados durante a Operação Galho Fraco, deflagrada em dezembro do ano passado, estavam etiquetados com identificação do banco Sicredi. A informação permitiu aos investigadores rastrear a origem dos valores e ampliar as apurações sobre a movimentação financeira relacionada ao caso.
As investigações apontam indícios de ligação entre os recursos apreendidos e duas empresas: a Ejus Empreendimentos Imobiliários e a Foco Engenharia e Incorporações Ltda.
De acordo com a Polícia Federal, ambas estariam registradas em nome de Jonas Keslley Gonçalves Umbelino e Jeocy Kenne Gonçalves Umbelino, apontados como possíveis "laranjas" utilizados para realizar movimentações financeiras consideradas atípicas e suspeitas envolvendo recursos públicos.
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