Política

Fux discorda de Moraes sobre julgamento de Bolsonaro, mas é derrotado

O ministro Luiz Fux defendeu que o caso de Bolsonaro deveria ser analisado pelo plenário do STF, mas a maioria optou por manter na 1ª Turma.  |  Fellipe Sampaio /STF

Publicado em 25/03/2025, às 15h45   Fellipe Sampaio /STF   Henrique Brinco

Uma divergência marcou o primeiro dia do julgamento da denúncia contra Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (25). O ministro relator Alexandre de Moraes rejeitou um argumento das defesas, que questionavam a competência do STF e da 1ª Turma para julgar a denúncia.

Em seu voto, o ministro Luiz Fux abriu divergência e manifestou que caso da trama golpista deveria ser analisada pelo plenário da Corte, e não por uma das turmas:

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"Ou nós estamos julgando pessoas que não exercem funções públicas, ou estamos julgando pessoas que exercem essas funções, e o local ideal seria o plenário do Supremo Tribunal Federal", justificou.

 Apesar da posição de Fux, a maioria dos ministros seguiu o relator e votou para manter o julgamento da denúncia no colegiado.

Ministro Luiz Fux, do STF, abre divergência e manifesta que caso da trama golpista deveria ser analisada pelo plenário da Corte, e não por uma das turmas: “Ou nós estamos julgando pessoas que não exercem funções públicas, ou estamos julgando pessoas que exercem essas funções.” A… pic.twitter.com/SY8c7crOtr

— GloboNews (@GloboNews) March 25, 2025

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