Política

Janja abre o jogo sobre futuro político e confessa desejo de viver como "mulher casada"

Janja revela que pretende aproveitar a vida de casada após o mandato de Lula, sem planos políticos para o futuro.  |  Claudio Kbene - PR

Publicado em 14/07/2026, às 15h18   Claudio Kbene - PR   Daniel Serrano

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, revelou que não pretende disputar cargos eletivos e descartou qualquer possibilidade de suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na política. A declaração foi dada em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e ao portal UOL. 

"Não sou candidata a nada, não pretendo ser. Eu acho que meu marido tem a responsabilidade, agora, de conduzir o país nessas próximas eleições e, se tudo der certo, ter mais quatro anos de mandato", disse.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Janja afirmou ainda que depois de 2030, caso o presidente Lula seja reeleito, ela pretende aproveitar uma rotina "de mulher casada" ao lado do marido. Ela afirma que, devido aos compromissos do petista, sequer é possível "viver uma vida normal".

“Depois, eu quero realmente viver minha vida de mulher casada, de a gente poder viajar tranquilo. A gente não viveu ainda. A gente não teve lua de mel, não viveu uma vida normal de um casal normal”, disse.

A primeira-dama ainda descartou a tese de que o PT e o campo progressista não terão nomes de peso para substituir. No entanto, ela disse que a responsabilidade de encontrar um sucesso não é apenas do petista. 

"Acho que é o partido que tem a responsabilidade, também, de construir esse nome, porque essa coisa da responsabilidade fica muito no colo do presidente Lula. Acho que o partido tem uma responsabilidade de construir esse nome para o futuro", avaliou Janja.

Classificação Indicativa: Livre


TagspolíticaeleiçãoptLulaeleiçõesLuiz Inácio Lula da Silvajanja

Leia também


Salvador terá mais voos diretos para Paris, anuncia Air France


Antes de Espanha x França na Copa do Mundo, Lamine Yamal provoca rivais com fotos dos últimos confrontos: “Se eles têm alguém a temer, somos nós”