Política

Jerônimo minimiza saída de Coronel do PSD: "Ele foi, mas o partido ficou"

Durante entrevista, Jerônimo revela detalhes sobre a saída de Coronel e as negociações da chapa majoritária.  |  Divulgação / Ascom

Publicado em 03/03/2026, às 20h09 - Atualizado às 20h47   Divulgação / Ascom   Daniel Serrano

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a comentar, durante entrevista ao programa PodZé desta terça-feira (3), sobre a saída do senador Angelo Coronel do PSD. 

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O parlamentar deixou o partido em meio às negociações para a formação da chapa majoritária para as eleições deste ano. Coronel pleiteava ser um dos candidatos ao Senado. No entanto, o PT insistiu para que Jaques Wagner e Rui Costa fossem os dois candidatos do grupo à Casa  Legislativa. 

Antes de Coronel anunciar a sua saída, o grupo ofereceu ao parlamentar a vice da chapa para um dos filhos do senador, Diego Coronel e Angelo Coronel Filho, ou até a suplência de Rui ou de Wagner. Porém, a proposta não foi aceita. 

Na entrevista, Jerônimo destacou que Coronel poderia assumir os quatro ou até os oito anos no mandato, caso Jaques Wagner fosse convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir um ministério em caso de reeleição do atual chefe do Executivo federal. 

"Poderia ser oito anos, caso o Lula topasse convidar Wagner como ministro. O Wagner, por exemplo, tem uma experiência muito forte nas Relações Internacionais. Mas, o que está claro para mim é que ele foi, mas o partido ficou. É o que interessa”, disse o governador. 

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