Política
Publicado em 19/10/2026, às 19h56 BNEWS / Arquivo Davi Lemos
O presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou nesta segunda-feira (19) que a proposta do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prevê a manutenção do Bolsa Família por dois anos para beneficiários que conseguirem emprego com carteira assinada. Segundo ele, a medida também permitirá o retorno imediato ao programa caso o vínculo empregatício seja encerrado.
Roma rebateu o que classificou como fake news do PT sobre a proposta. De acordo com o dirigente, a declaração de Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha, foi distorcida para transmitir a ideia de que haveria um limite geral de dois anos para o recebimento do benefício.
“O que nós criamos no passado e queremos reiterar é gerar a possibilidade de o beneficiário do Bolsa Família, ao assinar a carteira, ter a garantia de passar mais dois anos no programa”, afirmou.
Ex-ministro da Cidadania, Roma explicou que a iniciativa pretende oferecer segurança às famílias durante a transição para o mercado formal de trabalho, permitindo que o beneficiário aceite uma oportunidade profissional sem o receio imediato de perder o auxílio. Caso o emprego não se mantenha, acrescentou, a proposta prevê o retorno ao programa.
“O PT fica querendo incutir o medo nas pessoas de perderem benefícios, dizendo que Flávio vai acabar com tudo, o que obviamente não é verdade”, declarou o dirigente.
Para Roma, o esclarecimento da proposta é importante para que os eleitores tenham acesso às informações sobre as medidas defendidas pelo candidato. “O que nos cabe enquanto líderes políticos é justamente esclarecer esses pontos, mostrar a verdade para as pessoas”, concluiu.
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