Política
Publicado em 20/07/2026, às 16h11 - Atualizado às 16h12 Héber Araújo e Carolina Papa
O secretário de Relações Institucionais (SERIN) , Adolpho Loyola, descartou impactos negativos à campanha de reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) após o senador Jaques Wagner (PT) ter os bens bloqueados pela Polícia Federal (PF) em meio a operação Compliance Zero.
Nesta segunda-feira (10), Adolpho Loyola afirmou que Jaques Wagner está “tranquilo” e que o grupo político tem aguardado os desdobramentos da investigação que tem o senador como um dos alvos.
“Não interferirá. O senador está muito tranquilo com isso. Vamos aguardar a Justiça ter os desdobramentos. Nós estamos muito tranquilos com isso. Confiamos no senador Jaques Wagner e confiamos também na Justiça [para] que possa os resultados dessas questões o quanto antes”, disse o secretário em entrevista ao BNews durante a Convenção Estadual do PSD na Bahia, em Salvador.
Sobre as divergências do PSD no cenário nacional e estadual, que tem como candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado, Loyola reafirma o compromisso de Otto Alencar, presidente estadual da sigla, com o Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia.
“Quem fala pelo PSD é o senador Otto Alencar aqui na Bahia. E o senador Otto Alencar tem lado, assim como nós também. O senador Otto Alencar irá [caminhar com] Lula e irá e Jerônimo na Bahia”, cravou.
Sobre o cenário eleitoral no estado, Loyola aponta que o momento é de “estreitar relações”. O secretário classifica a aliança com o PSD como “primordial e essencial” para a vitória de Jerônimo Rodrigues em 2026.
“O PSD é um partido irmão, um partido aliado [e] importante na aliança do governador Jerônimo, [É uma aliança] primordial e essencial na nossa [para] na reeleição de Jerônimo e de Lula aqui na Bahia”, destacou.
Por fim, o titular da pasta conta que auxiliares de Jerônimo Rodrigues têm trabalhado para trazer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a convenção do governador.
“Nós vamos fazer uma convenção memorável e vai ficar na história da Bahia no dia 1º de agosto. Estamos trabalhando para que o presidente Lula possa vir também para prestigiar e mostrar a força deste projeto, dessa aliança, desses partidos [para que no] dia 1º a gente possa começar a nossa caminhada nas eleições de 2026”, cravou.
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