Política

Lúcio Vieira Lima cita Geddel e cobra rigor máximo no caso Banco Master

Durante o programa Se Liga Bocão, Lúcio Vieira Lima destaca a necessidade de punir os culpados, independentemente de filiação partidária.  |  Arquivo / Bnews

Publicado em 24/03/2026, às 19h53 - Atualizado às 19h54   Arquivo / Bnews   Daniel Serrano

O ex-deputado Lúcio Vieira Lima (MDB) foi o entrevistado do programa Se Liga Bocão, da rádio Baiana FM 89,3, nesta terça-feira (24). Na oportunidade, o emedebista comentou sobre as investigações sobre as irregularidades envolvendo o Banco Master.

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Ao comentar as investigações, o emedebista usou o histórico familiar para cobrar que a Justiça atue com o mesmo rigor aplicado ao seu irmão, Geddel Vieira Lima, no caso dos R$ 51 milhões.

“O que eu posso dizer é que eu defendo a apuração com rigor e que se puna os culpados como foi feito em outras operações. Inclusive, a questão de Geddel, que pagou o preço dele, o que não tira o direito do MDB, de Geddel e meu de fazer as críticas e cobrar que seja apurado. Pelo contrário, eu acho que isso dá mais legitimidade para cobrar”, disse.

“O que eu sei é que na época que teve o problema com o MDB não houve nenhum acordo. Nós aguentamos com as consequências e saímos dela cumprindo a pena que colocaram para nós”, acrescentou.

Questionado sobre as especulações de que houve acordo entre o PT e o União Brasil para não explorar o escândalo do Banco Master durante a corrida eleitoral, Lúcio disse não ter conhecimento e reforçou a necessidade de investigação séria.

 “Se houve acordo [entre PT e União Brasil] ou não, é impossível saber. O que há é muita especulação. Eu não participei do acordo, então estou livre para fazer as cobranças que acho que devo fazer. A maior cobrança que tem que se fazer é defender que a polícia e o Judiciário apure com todo o rigor e que se puna os culpados, independente de filiação partidária, independente de ideologia”, finalizou. 

Classificação Indicativa: Livre


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