Política
Publicado em 31/07/2026, às 06h35 Divulgação - Marcelo Camargo / Agência Brasil Yuri Pastori
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, na última quarta-feira (30), que o filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, alvo de uma investigação da Polícia Federal (PF), não terá privilégios e que ele não usará o cargo para protegê-lo.
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"Quando eu vejo essas barbaridades faladas contra o meu filho, se meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa, como eu seria tratado. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado, um juiz, não fazer as coisas corretas", afirmou.
Lula disse ainda que o apoio ao filho está condicionado à conduta dele. "Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha; se fizer coisa errada, ele sabe o que eu passei. Não vão usar meu cargo para proteger. Ele vai ter que comprovar que é inocente, como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado, vai ter que pagar o que todo mundo paga quando erra", acrescentou.
O presidente afirmou que o filho não fugirá da Justiça. "Ele jura para mim todo dia. Se for julgado, ele vira para cá, não vai ficar escondido não", afirmou.
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