Política

Lula diz que Lulinha não terá proteção se tiver culpa: “Vai pagar”

Lula reitera que seu filho, Lulinha, deve enfrentar as consequências de suas ações  |  Reprodução / Redes Sociais

Publicado em 16/09/2026, às 07h40 - Atualizado às 07h41   Reprodução / Redes Sociais   Yuri Pastori

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a dizer, na última terça-feira (15), em entrevista à Record TV, que o filho mais velho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeitas de tráfico de influência em contratos com o governo federal, não será protegido e, se for culpado, pagará pelos erros.

Receba as principais notícias de Política no canal do BNews no WhatsApp

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

“O meu filho não tem proteção. A única coisa que eu quero para o meu filho é igualdade que tem se dar para todo mundo. Meu filho não nasceu para errar, nasceu para acertar. Agora, abra as coisas do meu filho. Tem as insinuações, que abra. Se ele tiver culpa, ele vai pagar pela culpa dele e ele sabe disso”, disse o petista.

Segundo as investigações, o filho do presidente atuou junto à lobista Roberta Luchsinger para facilitar negócios com o governo federal que envolvia o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Lula reiterou que acredita na inocência do filho e que ele tem o direito de se defender.

“Eu sempre disse para as pessoas: só você sabe a verdade. A verdade está dentro de você. Se você fez o erro, pague. Se você não fez, se defenda. Isso vale para o meu filho”, declarou.

Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no Youtube

Reprodução / Redes Sociais
Reprodução / Record TV

Classificação Indicativa: Livre


TagsLuiz Inácio Lula da SilvalulinhainvestigaçõesbnewsRoberta LuchsingerFábio luís lula da silva

Leia também


Lula anuncia plano conjunto de segurança no Rio para combater narcotráfico e contrabando de armas


Eduardo Bolsonaro promete levar julgamento do STF aos EUA e pede novas sanções contra o Brasil