Política
Publicado em 04/10/2025, às 12h29 - Atualizado às 12h30 Fernando Frazão / Agência Brasil Yuri Pastori
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já começa a esboçar uma plataforma para as eleições de 2026 enquanto a direita ainda está dividida e aguardando um posicionamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a indicação de um candidato que o suceda, já que está inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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A defesa da 'soberania' e a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil fazem parte do pacote de medidas para atrair o eleitorado. Mas as grandes apostas do programa são o fim da escala 6x1 e a tarifa zero nos ônibus.
Enquanto isso, a posição de Bolsonaro de não admitir a sua inelegibilidade e não definir um sucessor promove uma paralisia dos partidos de direita. A expectativa é que no mês de fevereiro as decisões estejam mais pavimentadas no campo bolsonarista.
No entanto, o Centrão pretende antecipar para dezembro esse prazo. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), é o favorito do grupo político, caso o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não dispute o Planalto.
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