Política
Publicado em 02/07/2026, às 23h00 Henrique Brnco / BNews / Arquivo Redação Bnews
O ex-deputado estadual Marcelino Galo (PT) classificou como uma tentativa de distorção política a repercussão do episódio envolvendo o governador Jerônimo Rodrigues durante o cortejo do 2 de Julho. Segundo ele, a situação foi resultado de uma provocação e não pode ser tratada como uma agressão. “Ela abordou o governador, criou a provocação e depois tentaram vender a cena como se Jerônimo tivesse agredido alguém. Isso é método de quem não faz debate político limpo”, afirmou.
Galo sustentou que Cristiele Santos não participou do evento como uma cidadã comum, mas como uma adversária política do governo. De acordo com ele, Cristiele foi candidata a vereadora pelo Democratas, partido que deu origem ao União Brasil após fusão com o PSL, além de manter ligação com o ex-prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo, aliado de ACM Neto.
O petista também contestou informações de que Cristiele teria ligação com o PT. Conforme destacou, o diretório estadual da legenda já desmentiu essa versão e os registros do Tribunal Superior Eleitoral apontam seu vínculo com o Democratas. “Não adianta tentar jogar isso no colo do PT. O vínculo político dela é com o campo de ACM Neto, de Elinaldo e do União Brasil”, declarou.
Para Marcelino Galo, a ocorrência fez parte de uma estratégia da oposição para gerar desgaste ao governador durante a principal celebração cívica da Bahia. “Eles provocam, editam, recortam e depois posam de vítima. Isso não é manifestação espontânea, é operação política. Jerônimo foi abordado de forma invasiva e se desvencilhou. O resto é tentativa de fabricar desgaste contra um governador que respeita as mulheres e tem compromisso com a proteção das mulheres da Bahia”, concluiu.
O BNews entrou em contato com a assessoria de comunicação do União Brasil, mas não obteve uma resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.