Política
Publicado em 14/10/2026, às 10h40 - Atualizado às 10h41 Devid Santana / BNEWS Bernardo Rego e Yuri Pastori
O presidente da APLB (Associação dos Professores Licenciados do Brasil), Rui Oliveira, participou nesta quarta-feira (14), em Salvador, da Marcha pela Democracia, ato que integra as manifestações em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A caminhada teve concentração em frente à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
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O dirigente sindical disse estar confiante na vitória do petista no segundo turno das eleições presidenciais no Brasil.
"A expectativa é muito grande, o povo indo para as ruas, não tem jeito, Lula vence no segundo turno. Nós estamos numa agenda muito intensa. Aqui é uma área de concentração, no CAB, para chamar a atenção dos funcionários públicos da mazela que será se o Flávio ganhar", afirmou.
O professor fez críticas ao candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), e saiu em defesa dos direitos básicos. "[Flávio] vai acabar com a estabilidade do emprego, o piso salarial, a educação, a saúde, o SUS, e isso nós não vamos deixar. Então precisamos botar o povo nas ruas", disse.
"Amanhã a educação é dia do professor. Em toda a Bahia vai ter atos de educação. Temos um ato de educação na Lapa, às 9 horas da manhã, concentração na Estação da Lapa em Salvador, e também em todas as grandes e médias cidades do interior, e à tarde na Reitoria, uma outra manifestação em defesa da educação, em defesa do setor público", adiantou.
O representante da APLB destacou a reação popular em apoio a Lula e disse acreditar em uma mudança de cenário na disputa presidencial. "Vocês viram que bastou o povo ir para a rua, quem era contra o piso da escala, seis por um, agora está a favor. Quem disse que não iria no debate da Band, agora está indo, porque o povo está reagindo e vamos derrotar esse sistema de direita, maléfica para o povo brasileiro", declarou.
Rui também alertou que, assim como em qualquer governo, se o governador Jerônimo Rodrigues (PT) não cumprir as promessas com os professores podem fazer uma nova greve.
"Eu acho que tem que avançar porque o que a gente está falando é que se a gente reage e formos para a rua, qualquer que seja o governo tem que respeitar os direitos dos trabalhadores. Claro que com o Jerônimo é melhor do que com o Bolsonaro da vida, então a gente espera que o compromisso do governador Jerônimo reeleito com os trabalhadores seja mantido, e que se não for mantido a gente faz greve como fez greve com qualquer governo", finalizou.
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