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Mauro Cid revela atitude de Bolsonaro após pressões para Golpe de Estado; saiba detalhes

De acordo com Mauro Cid, Jair Bolsonaro “dava esperança” de que as Forças Armadas tomassem alguma atitude após as eleições  |  Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 20/02/2025, às 15h29   Reprodução/Redes Sociais   Redação Bnews

O ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “dava esperança” de que as Forças Armadas pudessem tomar alguma atitude após o resultado da eleição presidencial de 2022. 

Para a Polícia Federal, Mauro Cid informou que havia a expectativa que Bolsonaro assinasse um decreto e as Forças Armadas entrassem em ação. 

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“[Bolsonaro] estava pressionado porque ele conhecia o pessoal de fora. Ele tinha contato com o pessoal do agro, que não via nada acontecer. Eles queriam, achavam que ia acontecer alguma coisa. Eles estavam naquele ‘é hoje, hoje vai acontecer’. Então, eles estavam nessa angústia de esperar que fosse dado o golpe, de esperar que o presidente assinasse um decreto e as Forças Armadas fizessem alguma coisa”, disse o militar.

“Era o que acontecia, ainda mais nesse período, que foi um período em que eles começaram a ir para a frente do Alvorada, né? O presidente até falou com eles. Então, eles estavam pressionando, ‘nós contribuímos com isso aqui, nós estamos pressionando, pedindo, falando, e cadê?’ Então, foi nesse sentido. É aí que ele começou a realmente a pressionar em querer que tivesse alguma coisa. E a minha resposta foi no sentido de que ele estava com o presidente, né? E o presidente, de certa forma, ele dava esperança que fosse acontecer alguma coisa que pudesse convencer as Forças Armadas a fazer alguma coisa. Então esse era o ponto”, acrescentou.

Nesta quarta-feira (20), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, divulgou vídeos que compõem a lista de materiais da delação premiada de Mauro Cid.

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