Política

“Não é função nossa garantir punição”, diz secretária da Semur sobre proibição do Filhos de Gandhy a homens trans

Suposta conduta transfóbica é investigada pelo Ministério Público  |  Divulgação

Publicado em 25/02/2025, às 18h26   Divulgação   Luana Neiva e Anderson Ramos

A secretária de Reparação (Semur), Isaura Genoveva, afirmou que a pasta não tem como punir Os Filhos de Gandhy, após o bloco proibir a participação de homens trans no carnaval deste ano. 

“Não é função nossa garantir punição, mas a gente está acompanhando a pauta. A gente tem o conselho LGBT e o Ministério Público já se manifestou, então muito provavelmente ele, na função de fiscal da Justiça, vai emitir alguma nota em relação a isso e a gente vai acompanhar de perto”, disse a secretária durante a entrega da reforma do Elevador Lacerda, nesta terça-feira (25). 

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou uma investigação nesta segunda para apurar uma suposta conduta transfóbica do afoxé Filhos de Gandhy, após a exclusão de homens trans do desfile de Carnaval do grupo.

A decisão da agremiação, baseada em seu estatuto social, gerou ampla repercussão e críticas nas redes sociais. O MP-BA notificou o afoxé por e-mail, solicitando esclarecimentos sobre o caso e informando que aguarda resposta para avaliar possíveis medidas cabíveis.

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