Política

Padre Kelmon defende eleição de Flávio Bolsonaro para pôr fim ao "socialismo do PT"

Religioso também teceu críticas a Soraya Thronicke, Marina Silva e Simone Tebet  |  Carolina Papa / BNEWS

Publicado em 25/07/2026, às 16h46   Carolina Papa / BNEWS   Carolina Papa de São Paulo e Anderson Ramos

Um dos personagens mais curiosos e controversos da política brasileira dos últimos anos, Padre Kelmon (PL) participou da convenção partidária que confirmou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, que aconteceu neste sábado (25), em São Paulo. 

Para o político e religioso baiano a eleição de Flávio representará a libertação do Brasil da dominação do PT. A equipe do BNews está na capital paulista, onde acompanhou o evento.

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“Para presidente da República todos nós sabemos que Flávio é o melhor nome que representa os poderes do povo brasileiro, a libertação desse socialismo que já está aí há mais de 20 anos, de forma camuflada, e agora está mais descarado, afetando a economia, afetando a vida do povo trabalhador. Nós sabemos que o melhor nome para sanar essa sangria chama-se Flávio Bolsonaro. E a mudança está chegando, as eleições estão aí e o povo está consciente e não vai cair nas falácias, nas mentiras, nas promessas vazias, nessa manipulação desse governo de esquerda que já está aí, já mostrou que veio para tornar o Brasil um país pobre, a tornar o povo dependente das migalhas, que eles mandam como auxílio isso, auxílio aquilo, e não libertam o povo, não educam o povo, não deixam o povo trabalhar de fato”, disse. 

Na ocasião, ele também a senadora Soraya Thronicke, com quem teve um embate histórico na campanha presidencial de 2022, e as ex-ministras e candidatas ao Senado por São Paulo, Marina Silva e Simone Tebet. 

“Soraya Thronicke, Marina Silva e Simone Tebet são mulheres que não representam os interesses do povo brasileiro realmente. Marina Silva faz um trabalho que desfavorece o meio ambiente, todo mundo sabe disso. São muitas falácias e poucas ações transformadoras de fato. Que o diga o povo do Acre, que o diga o povo do Pará, que o diga o povo do Amazonas e os povos indígenas, que não são beneficiados pelas políticas públicas do Ministério do Meio Ambiente, que não governa para esses povos. E a Simone Tebet, ela foi ministra do planejamento de um governo presidencial sem planejamento. O que está fazendo essa mulher querendo ser senadora da República?”, questionou.

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