Política

Para Nikolas Ferreira, veto a visitas de Flávio a Bolsonaro funciona como propaganda eleitoral

Em vídeo, Nikolas Ferreira argumenta que a suspensão das visitas entre pai e filho pode beneficiar a campanha do senador  |  Reprodução / Mário Agra/Câmara dos Deputados e Jose Cruz / Agência Brasil

Publicado em 14/07/2026, às 11h48   Reprodução / Mário Agra/Câmara dos Deputados e Jose Cruz / Agência Brasil   Yuri Pastori

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acabou fazendo “propaganda” para a pré-candidatura do senador.

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Em vídeo publicado nas redes sociais, na última segunda-feira (13), o parlamentar disse que a medida de Moraes de impedir pai e filho de se encontrarem até o fim do primeiro turno das eleições terá efeito contrário.

“No fim das contas, sabe quem está fazendo propaganda eleitoral para o Flávio? Alexandre de Moraes”, declarou Nikolas.

O deputado comparou a situação de Jair Bolsonaro com Lula, quando esteve preso em 2018 e 2019. Nikolas disse que o petista recebeu visitas, concedeu entrevistas e teve cartas divulgadas sem as mesmas limitações. “Mas como será que o Judiciário tratava quando era o Lula preso?”, questionou.

O parlamentar afirmou que Lula durante a campanha de 2018 fez manifestação política e não teve o mesmo tratamento. “Agora o Moraes vem acionar o Ministério Público Eleitoral para investigar, falando que houve propaganda antecipada na divulgação da carta de Bolsonaro. Aí eu pergunto: isso aqui foi o quê, então?”, declarou.

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