Política

Paulo Figueiredo aponta "mais uma inovação jurídica" na prisão domiciliar temporária de Bolsonaro

O jornalista Paulo Figueiredo disse que intenção de Alexandre de Moraes com prazo em domiciliar é manter ex-presidente "refém"  |  Reprodução / Youtube

Publicado em 24/03/2026, às 18h26 - Atualizado às 18h42   Reprodução / Youtube   Davi Lemos

O jornalista Paulo Figueiredo criticou, nesta terça-feira (24), em publicação do X, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes que concedeu prisão domiciliar temporária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, Figueiredo afirmou que a medida representa “mais uma inovação jurídica” e sugeriu que a decisão teria objetivos políticos.

Segundo o jornalista, a medida teria como um dos efeitos manter Bolsonaro sob pressão judicial. Para ele, a decisão buscaria “garantir que Jair continue como refém” e permitir que qualquer movimentação política de aliados possa resultar em consequências mais duras ao ex-presidente.

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Figueiredo também afirmou que a prisão domiciliar, somada às restrições de visitas impostas pela decisão, teria como objetivo limitar a atuação política de Bolsonaro. De acordo com ele, a medida serviria para “impedir que o JB consiga articular politicamente no período eleitoral”.

Apesar das críticas, o jornalista afirmou que a decisão pode ser vista positivamente sob um aspecto específico. “É um dia feliz do ponto de vista humanitário”, escreveu. Ainda assim, reforçou críticas ao ministro do STF, afirmando que é necessário “tirar esse psicopata do poder o quanto antes”.

A decisão do Alexandre de conceder prisão domiciliar “temporária” a Bolsonaro (mais uma inovação jurídica!) e limitar suas visitas tem dois objetivos claros: 1. Garantir que Jair continue como refém e que qualquer tentativa de impeachment por parte dos bolsonaristas (e do Flávio)…

— Paulo Figueiredo (8) (@pfigueiredo08) March 24, 2026

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