Política
Publicado em 06/08/2026, às 11h58 Sede INSS - Agência Brasil Eduardo Costa
A Polícia Federal (PF) concluiu mais um ínquerito sobre desvios em aposentadorias envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A corporação indiciou seis pessoas pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações e organização criminosa, entre eles, nomes como o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho e o ex-diretor de benefícios, André Paulo Félix Fidelis.
Os indiciamentos ocorrem em decorrência das investigações do esquema envolvendo a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
Em julho deste ano, os três chegaram a ser indiciados pela PF por corrupção em outro inquérito da Operação Sem Desconto, que apura os desvios no INSS.
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Nas apurações do caso da contagem, as autoridades identificaram que a confederação repassou R$ 26.457.531,95 a 15 pessoas físicas e jurídicas, incluindo locadoras de veículos, empresas de buffet e agências de viagens.
As transferências foram feitas por meio de repasses fracionados, oque levou a suspeita de que os recursos desviados das aposentadorias do INSS foram utilizados para essas aquisições.
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