Política

Por que Eduardo Leite e Thalis Bolzan se separaram? Médico deixa palácio e comunicado vem à tona

Em comunicado, a assessoria de Eduardo Leite afirmou que a separação foi uma decisão mútua, mantendo respeito e carinho entre eles.  |  Arquivo Pessoal

Publicado em 02/08/2026, às 16h11 - Atualizado às 16h12   Arquivo Pessoal   Henrique Brinco

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, confirmou o fim do relacionamento com Thalis Bolzan. Os dois estavam juntos desde 2021 e tinham oficializado uma união estável em 2024. O médico já deixou o Palácio Piratini, onde fica a residência oficial do governador.

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Em um comunicado à imprensa, a assessoria do gestor do PSD afirma que a relação dos dois terminou porque eles decidiram "seguir caminhos diferentes". O motivo, contudo, ainda é um mistério.

"Eduardo Leite confirma que ele e Thalis Bolzan decidiram, de forma madura e comum acordo, seguir caminhos diferentes. Tomaram essa decisão mantendo o respeito, o carinho e admiração que sentem um pelo o outro", declara a equipe do político.

Na mesma nota, o agora ex-casal agradece "a compreensão e o respeito" à privacidade e alega que não fará outras manifestações sobre o assunto.

Arquivo Pessoal
Domingos Júnior / BNews
Reprodução / Redes Sociais

"Momento delicado", diz Eduardo Leite após fim de casamento

Em entrevista ao jornal Zero Hora neste sábado (1º), Eduardo Leite já havia classificado o momento como "delicado". "Seguimos preservando o afeto e a admiração um pelo outro. E, naturalmente, um momento delicado, por isso agradeço a compreensão e o respeito à nossa privacidade. Não pretendo fazer manifestações sobre esse assunto", declarou.

O relacionamento deles foi tornado público após uma entrevista do governador gaúcho ao programa Conversa Com Bial, da TV Globo, quando ele se definiu como "um governador gay".

Quando Eduardo elegeu, em 2023, Thalis passou a cumprir o papel de primeiro-cavalheiro e se mudou de São Paulo para Porto Alegre. E recebeu uma declaração emocionada do companheiro no discurso de posse.

Desde então, os dois receberam apoios. Contudo, também foram alvo de ofensas homofóbicas. Durante a própria campanha daquele ano, inclusive, o então candidato bolsonarista Onyx Lorenzoni (PL) defendeu que o Rio Grande do Sul precisava de "uma primeira-dama de verdade".

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