Política
Publicado em 18/11/2023, às 09h24 - Atualizado às 10h01 Joilson César / BNews Cadastrado por Verônica Macêdo e Tácio Caldas
Durante a Feira do Homem, promovida pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), em parceria com as Voluntárias Sociais da Bahia na Arena Fonte Nova, em Salvador, e que acontece neste sábado (18) e domingo (19), o deputado estadual Robinson Almeida, falou, com exclusividade ao BNews, sobre a demanda reprimida de assistência de saúde na cidade.
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“Eu conversei com várias pessoas e o depoimento que eu ouvi foi: Deputado, não tem urologista nos postos de saúde dos bairros, a Prefeitura não disponibiliza esse serviço pelo SUS. Se a gente não tiver esta feira, a gente fica sem esse tipo de atendimento para a prevenção do câncer de próstata”, contou o deputado.
E polemizou ao dizer: “Eu creio que essa atitude do governador é fundamental para suprir essa lacuna deixada pela Prefeitura, que não cuida da atenção básica de saúde e o governo do Estado utiliza essas feiras como fator de prevenção desse Novembro Azul”.
Robinso também abordou uma possível composição de chapa com o vice-governador Geraldo Júnior para as eleições municipais de Salvador.
Ele afirmou que sempre andou de braços dados com o vice-governador, esteve em sua campanha junto com o governador Jerônimo Rodrigues, em sua posse e estou nesse mandato porque são do mesmo grupo político e ressaltou que estarão juntos na disputa das eleições de 2024 em Salvador e em todos os municípios da Bahia.
“O PT apresentou meu nome e eu estou defendendo que a gente possa construir um programa alternativo para a cidade, de oposição ao grupo que está aí, especialmente para cuidar da saúde das pessoas, ampliar a cobertura e a atenção básica para que essas feiras não sejam recorrentes e sim momentos eventuais. Nós temos que levar prevenção para os bairros de Salvador e só uma candidatura de esquerda do PT para apresentar esse projeto”, salientou.
O deputado também rebateu as falas do prefeito Bruno Reis sobre a superioridade da qualidade das escolas municipais em comparação com as estaduais e particulares.
“O prefeito não fez nenhuma creche, não atende à pré-escola na cidade. 80 mil vagas do Ensino Fundamental são bancadas pelo Governo do Estado da Bahia. Então, o prefeito não faz o seu dever de casa pra estar buscando comparações e vantagens em relação às outras estruturas. Ele deveria incorporar todo o Ensino Fundamental na rede municipal, prestar a educação para esse público, construir creches na cidade e, só assim, ele poderia ter reconhecimento e não criando factoides de um ou dois casos para comparar com outras estruturas que não convêm”, alfinetou Robinson.
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