Política

Presidente da UPB cobra celeridade do Congresso para que aprove a PEC 66: “Os municípios não suportam mais”

A proposta visa estabelecer limites para o pagamento de precatórios e um novo prazo para o parcelamento de débitos municipais.  |  Daniel Serrano/BNews

Publicado em 13/05/2025, às 12h13 - Atualizado às 12h13   Daniel Serrano/BNews   Yuri Pastori e Daniel Serrano

O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Wilson Cardoso, detalhou nesta terça-feira (13) sobre a mobilização dos prefeitos da Bahia para a realização de uma marcha em Brasília para pressionar o Congresso Nacional para que seja aprovada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2023, que estabelece um limite para o pagamento de precatórios por municípios e um novo prazo para o parcelamento de débitos.

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“Nós já estamos a mais de 40 dias organizando a marcha, mais de 300 prefeitos já inscritos, mais de 600 vereadores inscritos na marcha da Bahia. [Ao todo são] mais de 1.100 entre prefeitos, prefeitos, vereadores, secretários de finança e de administração. Então, acredito que a Bahia vai chegar mais uma vez muito forte. A PEC 66 é nossa meta principal, é uma necessidade”, disse Cardoso ao BNews, durante a inauguração do Espaço UPB Mulheres Municipalistas "Prefeita Rilza Valentim".

Wilson Cardoso ainda agradeceu aos parlamentares baianos por estarem se mobilizando para que a PEC 66 trâmite com mais celeridade pelo Congresso. O presidente da UPB disse ainda que espera que o texto da proposta tenha algumas modificações. Porém, ele destacou a importância de para que a PEC 66 seja aprovada o quanto antes.

“Pode ter alguma emenda na PEC 66 que provavelmente não será aprovada com o mesmo texto que veio do Senado. Mas nós já fizemos uma interlocução com o do Senado, através do meu amigo Jaques Wagner. Ele já confirmou a ideia de quando [a proposta] chegar no Senado, vai dar celeridade para que os senadores aprovem e mandem de volta para a Câmara, porque nós não pudemos passar mais de 45 dias sem a aprovação dessa PEC. Os municípios não suportam mais”, afirmou.

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