Política
Publicado em 09/10/2026, às 11h00 - Atualizado às 11h39 Reprodução/Redes Sociais Gabriel Dinis
O presidente do diretório estadual do Avante na Paraíba, Márcio Lira, foi preso pela Polícia Civil nesta quinta-feira (8), no bairro do Grajaú, Zona Sul de São Paulo. O dirigente partidário é investigado por suspeita de agressão contra uma mulher. Durante a abordagem policial, os agentes apreenderam uma arma de fogo e uma quantia de dinheiro em posse do político paraibano.
Após a detenção, Lira foi conduzido ao 101º Distrito Policial (Jardim das Imbuias), onde o boletim de ocorrência foi formalizado e os procedimentos legais foram instauradas. O caso segue em andamento e a defesa ainda não emitiu pronunciamento oficial até o momento.
A prisão de Márcio Lira ocorre em um momento de reposicionamento e visibilidade da legenda após o encerramento do primeiro turno das eleições de 2026. Em todo o Brasil, Cury alcançou 2,89% dos votos válidos, somando 3.448.569 votos, resultado que o consolidou como o terceiro colocado na corrida presidencial.
Nas urnas paraibanas, o Avante conquistou 2,94% dos votos válidos na disputa presidencial com o nome de Augusto Cury, somando 73.831 votos em todo o território estadual.
O escritor Augusto Cury reuniu-se na quinta-feira (8) com Flávio Bolsonaro (PL) para oficializar o apoio à candidatura no segundo turno. O alinhamento foi acompanhado de exigências apresentadas pelo candidato do Avante, como a proposta do fim da reeleição para o Poder Executivo, a valorização salarial e emocional dos professores, a expansão da telemedicina no SUS, a proteção integral às mulheres e medidas de pacificação institucional. Cury afirmou que não pretende ocupar cargos em um eventual governo nem negociar vantagens pessoais, garantindo a manutenção de sua independência de pensamento.
Aliados de Augusto Cury defendem apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno
Avante mira mais cadeiras na Bahia e aposta em Rui Costa para ampliar bancada