Política

Pressionado pelo Novo, Zema abandona estratégia de atacar Flávio Bolsonaro

Campanha do candidato do Novo mirava STF, Lula e senador, mas recuou após pressão interna; agora, equipe tenta nacionalizar nome de Zema e explorar eleitorado antipetista fora da polarização  |  Romeu Zema e Flávio Bolsonaro - Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 19/08/2026, às 08h18   Romeu Zema e Flávio Bolsonaro - Reprodução/Redes Sociais   Eduardo Costa

A equipe de campanha do candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), elaborou uma estratégia para a eleição que previa dividir ataques entre o Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Uma ala do Novo, no entanto, pressionou Zema a não pressionar Flávio na campanha, fazendo o candidato rever a estratégia. 

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Segundo informações do jornalista Pedro Venceslau, a candidatura “perdeu relevância” nas redes e teve que buscar outras agendas em busca do eleitor antipetista, mas que resiste a Flávio.

Membros do Novo acreditam que apenas um evento de grandes proporções pode quebrar a polarização. A campanha afirma que  12% do eleitorado estaria fora da polarização.

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No momento, o objetivo da candidatura é “nacionalizar” o nome de Zema. 

A campanha do mineiro usa como base a candidatura de Simone Tebet em 2022, na época pelo MDB. Ela teve menos de 5% dos votos, mas saiu fortalecida da disputa e com um nome “nacional”.

Devid Santana/Bnews
Agência Brasil

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