Política
Publicado em 07/04/2025, às 07h58 Divulgação / Agência Câmara Yuri Pastori
Após o ato liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), no último domingo (6), na Avenida Paulista, em São Paulo, lideranças do PT acreditam que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ficará “desmoralizado” se pautar o projeto da anistia aos envolvidos no 8 de janeiro.
Durante a manifestação, o pastor Silas Malafaia, organizador do protesto e aliado de Bolsonaro, chegou a chamar Motta de “opositor”. Segundo os líderes petistas ouvidos pela coluna de Igor Gadelha do portal Metrópoles, os aliados de Bolsonaro tentaram “intimidar” o presidente da Câmara durante o ato e se ele pautar o projeto da anistia agora estaria “se rendendo” à pressão do bolsonarismo.
O PL da anistia está parado na Câmara. A oposição quer que o projeto seja levado para votação direto no plenário, no entanto, Motta sinalizou a criação de uma comissão especial para tratar do tema. Além disso, ele quer coordenar a pauta com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para evitar ter desgastes sozinho com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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