Política
Publicado em 21/10/2026, às 11h06 Renato Pizzutto/Band Matheus Simoni
A pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra que a rejeição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recuou de 53% a 47% em uma semana. Paralelo a isso, o senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário do petista no segundo turno das eleições, teve rejeição de 54% a 52% no mesmo período. O levantamento foi contratado pelo TV Globo.
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Na pesquisa anterior, divulgada em 14 de outubro, tanto Lula como Flávio eram rejeitados pela maior parte do eleitorado, com a oscilação de Flávio dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.
A Quaest ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada como BR-08535/2026.
Recortes de rejeição
Entre as mulheres, 57% das entrevistadas afirmam que não votariam em Flávio Bolsonaro, enquanto 42% rejeitam Lula. Já entre os homens, a rejeição ao petista é de 53%, e a de Flávio Bolsonaro, de 46%. No recorte por religião, 60% dos evangélicos dizem que não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto 37% rejeitam Flávio Bolsonaro. Entre os católicos, 58% rejeitam o candidato do PL, e 41%, o presidente.
A rejeição a Flávio Bolsonaro é maior entre os beneficiários do Bolsa Família, 68% afirmando que não votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse grupo, apenas 27% rejeitam Lula.
Entre os eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, 60% rejeitam Flávio Bolsonaro, contra 39% que não votariam em Lula. No recorte regional, a maior rejeição a Lula aparece no Sul (59%). Já Flávio Bolsonaro registra sua maior rejeição no Nordeste (65%).
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