Política
Publicado em 31/08/2026, às 18h06 Divulgação/Missão Héber Araújo
O candidato a presidente do Brasil, Renan Santos (Missão), publicou um vídeo, nesta segunda-feira (31), onde criticou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado, que também atua no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão da campanha eleitoral do político após identificar irregularidades.
Devido a decisão do ministro o presidenciável está proibido de dar entrevistas, participar de sabatinas, debates eleitorais e de usar o fundo eleitoral. Na publicação, Renan afirmou que vai lutar por sua campanha e reverter a decisão do ministro, a qual definiu como “ilegal”.
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A gente vai continuar lutando e vamos ao TSE para derrubar essa decisão absolutamente injusta e ilegal. A decisão é ilegal. A decisão é persecutória”, declarou o político.
Renan sugeriu que a decisão do ministro poderia se tratar de uma perseguição política por causa das manifestações que convocou contra o magistrado. Segundo relatou, ele convocou quatro manifestações contra Toffoli, lembrando que o magistrado foi envolvido no escândalo do Bando Master e Renan convocou quatro atos contra o ministro que ocorreram em São Paulo.
“Eu to pagando o preço por ter defendido o que eu defendi. Eu sei o que aconteceu. Falar que minhas redes foram suspensas porque eu tô ‘abusando do poder econômico’ por conta de um problema técnico que centenas de outros candidatos também tiveram, chega a ser absurdo [...] a própria imprensa que me critica diz que a decisão é anti-democrática”, declarou.