Política

Roma rebate críticas de Rui Costa sobre saúde e aponta atuação "ineficiente" do ex-ministro no Novo PAC

Em entrevista, João Roma citou um relatório do TCU sobre as agendas de Saúde e do Novo PAC apresentarem resultados ruins  |  BNEWS

Publicado em 14/07/2026, às 19h42 - Atualizado às 19h49   BNEWS   Héber Araújo e Carolina Papa

O pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), classificou como “ineficiente” o trabalho desenvolvido por Rui Costa (PT) para melhorias na saúde na Bahia no período em que o petista esteve na Casa Civil.

Nesta terça-feira (14), João Roma afirmou que Rui Costa “não está autorizado a falar sobre a área da saúde” ao citar um relatório feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que considerou que as agendas de Saúde e do Novo PAC apresentaram resultados ruins. 

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

“Rui Costa não está autorizado a falar sobre a área da saúde. Ele pilotou o PAC e ontem o TCU  rejeitou a aplicação de mais de R$ 50 milhões do PAC para tentar melhorar a saúde. Foi completamente ineficiente. Sinceramente, são pessoas que durante tanto tempo estão em falta com a população e não conseguiram resolver o problema da população. Então chegou a hora realmente de mudar”, destacou o pré-candidato durante a edição do projeto ‘Sua Voz é Nossa Voz’ no bairro de Pau da Lima, em Salvador. 

Sobre o cenário municipal, atingido por uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que afastou o secretário de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro (SACPB), Luciano Sandes, e o vereador George Carlos Reis Pereira, mais conhecido como Gordinho da Favela (PP), o ex-ministro cobrou mais investigações sobre o caso. 

“Tudo que for de irregularidade deve ser devidamente apurado. São muitas operações que tem em todo o Brasil. [...] O pau que dá em Chico dá em Francisco. A gente tem que apurar os fatos e saber exatamente o que é que procede”, disse à imprensa. 

Por fim, Roma comentou ainda sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que proíbe o pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro, de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro até depois do primeiro turno das eleições, marcado para o dia 4 de outubro. 

“Uma decisão passional, desproporcional. Mesmo aqueles que não simpatizam com Bolsonaro observam o grau de perseguição que ele está sofrendo. É completamente injusto Moraes afastar um filho, um advogado, de uma pessoa que está passando por tanta privação. […] É muito triste a gente ver um judiciário ao invés de estar pacificando a nação e exercendo a justiça está inflamando ânimos e dividindo a nossa nação”, avaliou.

Classificação Indicativa: Livre


TagsSaúdeJustiçaPACSenadoSupremo Tribunal Federaltcupopulaçãotribunal de contasJair BolsonaroinvestigaçõesgaecoJoão Romaflávio bolsonaroluciano sandesAlexandre de Moraesgordinho da favela

Leia também


Flávio Bolsonaro reage após OAB pedir que senador visite pai como advogado


Bobô diz que aliados de ACM Neto fazem uso indevido da imagem de Lula: 'Farsa política'