Política
Publicado em 30/07/2026, às 17h47 Divulgação Héber Araújo
O candidato a governador da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) confirmou, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o registro de sua candidatura para concorrer às eleições deste ano. O Psolista vai disputar o executivo estadual contra o atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e contra o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), se posicionando como a terceira via estadual.
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De acordo com o registro apresentado pela Justiça Eleitoral, onde declarou o patrimônio, Ronaldo Mansur alegou possuir R$91.397,22 em bens. Um salto expressivo, visto que, em comparação a 2022, quando concorreu a vice-governador na chapa encabeçada por Kleber Rosa (PSOL), Mansur havia declarado que seu patrimônio era de R$1.737,55.
O valor anunciado pelo psolista é 52 vezes maior do que o anunciado em 2022, quando concorrer pela primeira vez.
Conforme declarado ao TSE, o principal patrimônio do candidato trata-se de um imóvel residencial, estimado em R$60 mil. Segundo relatado à Justiça Eleitoral o imóvel foi adquirido em 2024, sendo que R$59.827,52 foram recursos adquiridos do FGTS, enquanto R$172,48 foram recursos próprios.
O político ainda declarou R$30 mil em participação societária na empresa Babayaga, uma agência de comunicação inteligente.
O restante dos recursos estão distribuídos em contas bancárias, sendo R$923,52 em uma conta poupança na Caixa Econômica Federal, e R$423,70 na conta corrente no Banco do Brasil. Também foi informada uma conta poupança no Banco do Brasil, onde foi informado o valor de R$50,00.
Para o primeiro turno das eleições, a Justiça Eleitoral apontou que o psolista terá o limite de R$17.788.806,16 em gastos para sua campanha. Se conseguir seguir para um segundo turno, o limite será de R$8.894.403,08. Os valores tanto para primeiro como para segundo turno serão os meses para todos os candidatos ao executivo estadual.
A prestação de contas sobre o patrimônio é uma exigência legal do TSE para todos os candidatos que vão disputar cargos eletivos. Segundo a corte eleitoral, essa é uma forma de fiscalizar o enriquecimento de candidatos que estejam exercendo mandatos.