Política

Governo toma medida urgente para melhorar a avaliação da gestão de Lula

O governo pretende estrear uma nova campanha institucional no fim de novembro  |  Joédson Alves/Agência Brasil

Publicado em 30/10/2024, às 06h51   Joédson Alves/Agência Brasil   Rebeca Silva

Após o baixo desempenho da comunicação do governo, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) busca reverter a baixa aprovação.

A insatisfação com o desempenho da comunicação também parte do presidente Lula.

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De acordo com O Globo, em uma tentativa de reverter essa situação, a Secretaria de Comunicação Social  solicitou às quatro agências que detém a conta de propaganda do governo (Calia, Nacional, Propeg e Nova) novas propostas para as campanhas institucionais. 

O governo pretende estrear uma nova campanha institucional no fim de novembro. A última campanha, "Fé no Brasil", lançada em maio, foi interrompida devido às enchentes no Rio Grande do Sul e retomada em junho.

Iniciativa ressalta resultados alcançados em pouco mais de um ano da atual gestão federal, a partir de políticas que fomentam a geração de empregos e combatem as desigualdades

A pesquisa Datafolha de 11 de outubro revelou que apenas 36% dos brasileiros aprovam o governo Lula, enquanto 32% o reprovam e 29% o consideram regular. Esses números se assemelham à aprovação de Jair Bolsonaro no mesmo período de governo.

A falta ineficácia na comunicação digital também é um ponto que precisa ser melhorado. Em abril de 2023, a Secom lançou uma licitação para contratar agências especializadas em comunicação digital, com um orçamento de R$ 197 milhões. Entretanto, o Tribunal de Contas da União (TCU) barrou a licitação por irregularidades.

Uma reclamação insistente de Lula é que, em sua opinião, o governo que ele comanda é muito melhor do que a avaliação que a população faz dele. Ou seja, o problema estaria na comunicação. 

​​​​​​​Em dezembro do ano passado, numa entrevista, Paulo Pimenta se mostrava esperançoso de que neste ano essa percepção do brasileiro em relação ao governo estaria em outro patamar. Ele dizia, então, que muitas das ações “plantadas pelo governo federal em 2023” seriam “colhidas em 2024”.

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