Política

TSE adia por duas vezes julgamento de recurso que contesta elegibilidade da prefeita de Vitória da Conquista

Recurso contesta elegibilidade de Sheila, alegando que eleição representa um terceiro mandato consecutivo da mesma família  |  Divulgação

Publicado em 21/02/2025, às 08h07 - Atualizado às 08h08   Divulgação   Yuri Pastori

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou por duas vezes o julgamento do recurso  que contesta a elegibilidade da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil). Inicialmente, o julgamento estava previsto para ocorrer na última terça-feira (18), mas foi adiado a pedido da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia.  

Durante a sessão ordinária, a magistrada anunciou nova data para a última quinta-feira (20), mas novamente foi adiado nesta quinta-feira pelo ministro Nunes Marques, vice-presidente do TSE. A informação foi confirmada pelo BNews com a assessoria da Prefeitura de Vitória da Conquista. 

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Um nova data ainda será definida pelo TSE, que irá decidir se mantêm ou não a decisão monocrática do ministro Ramos Tavares questionada pelo recurso. Ramos Tavares reformou o acórdão do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e manteve o mandato da gestora.

O agravo regimental interposto contesta a elegibilidade de Sheila com base no argumento de terceiro mandato consecutivo do mesmo grupo familiar. O registro de candidatura de Sheila Lemos foi indeferido pelo Tribunal regional Eleitoral (TRE-BA). No entanto, a prefeita conseguiu permanecer no cargo após o caso parar no TSE. 

A coligação do ex-candidato a prefeito de Vitória da Conquista, deputado Waldenor Pereira (PT-PCdoB-PV), e o ex-candidato Marcos Adriano (Avante) sustentam que Sheila deveria ser considerada inelegível, já que a mãe dela, Irma Lemos, foi vice-prefeita entre 2017 e 2020 e assumiu interinamente a gestão municipal em alguns momentos.

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