Política
Publicado em 22/10/2025, às 11h43 © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Rebeca Santos
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, votou para absolver sete pessoas acusadas de divulgar notícias falsas sobre urnas eletrônicas e atacar chefes das Forças Armadas.
Fux já havia mostrado essa posição antes. Em 10 de setembro, no julgamento de outros oito réus do mesmo caso, ele votou pela absolvição de seis, incluindo Jair Bolsonaro.
Ele condenou apenas o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de Bolsonaro, e o general Braga Netto, que foi candidato a vice na chapa de Bolsonaro, derrotada por Lula e Alckmin.
Segundo o colunista Ricardo Noblat, o raio de esperança que ilumina Bolsonaro e os seus tem a ver com dois fatos. Primeiro, com Fux na Segunda Turma, ele agora tem mais chances de apoio nos votos. Segundo, a troca de lugares no tribunal pode atrasar a escolha do substituto do ministro Barroso por Lula, o que poderia adiar para 2026 o início da pena de 27 anos e três meses de prisão de Bolsonaro.
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