Política
Publicado em 31/08/2026, às 14h48 - Atualizado às 15h13 BNEWS Héber Araújo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, determinou a suspensão da campanha eleitoral do candidato a presidente do Brasil, Renan Santos (Missão).
Segundo a decisão do magistrado, o presidenciável está proibido de fazer campanha nas redes sociais, visto que seu partido, criado no ano passado, não tem tempo para fazer campanhas na TV ou nas rádios. Também foi proibida que o partido suspendesse repasses financeiros para a campanha da chapa majoritária e a proibição de realizar novos gastos com esses recursos.
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Renan Santos também foi proibido de participar de debates entre os candidatos a presidente e nem entrevistas. O político fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) já estava marcado para participar de debates e sabatinas marcadas previamente. A campanha também foi orientada a suspender os perfis nas redes sociais, sob pena de multa de R$10 mil por hora e por perfil ligado a chapa.
A medida adotada pelo magistrado ocorre devido a identificação de irregularidades na comunicação à Justiça Eleitoral dos perfis utilizados para a campanha nas redes sociais. A candidatura de Renan Santos foi oficializada em 7 de agosto, mas os 16 perfis em redes sociais que iriam ser usados na campanha só foram informados apenas 12 dias depois.
Segundo a decisão de Toffoli, o atraso não configura apenas uma irregularidade, entendendo o caso como uma “omissão estratégica”. Apesar da campanha está suspensa, a candidatura de Renan, por hora, não vai interferir na candidatura de Renan. Ele e o partido Missão terão até 24 horas para esclarecer os perfis, quando começaram a atuar na campanha eleitoral e se há outras páginas.