Política

VÍDEO: Governadora de Pernambuco reage à acusação de perseguição a opositores; veja

A governadora Raquel Lyra negou espionagem e defendeu a Polícia Civil de Pernambuco  |  Reprodução

Publicado em 01/02/2026, às 16h03   Reprodução   Lucas Pacheco

Após a Polícia Civil de Pernambuco ser acusada de espionagem contra um secretário da gestão João Campos (PSB), prefeito do Recife, a governadora do estado, Raquel Lyra (PSD), reagiu por meio de um vídeo publicado em suas redes sociais. 

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Aliados do prefeito recifense denunciaram que policiais civis teriam acompanhado a rotina do secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Queiroz Monteiro, e do irmão dele, Eduardo Monteiro, que é assessor municipal. O governo de Pernambuco confirmou a existência de uma investigação, mas negou a suposta espionagem contra Gustavo Queiroz Monteiro e o irmão.

A situação antecipa o embate previsto para acontecer em outubro, quando Raquel Lyra, que irá disputar a reeleição, deve enfrentar o prefeito do Recife, João Campos, nas urnas. 

"Liderar é ter a coragem e a responsabilidade de explicar com verdade aquilo que precisa ser dito. Não existe, por parte do governo de Pernambuco, nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja. Por outro lado, é muito importante dizer que, sob o meu comando, nada nem ninguém jamais deixará de ser investigado se houver indícios suficientes para isso. Eu trato esse assunto com muita serenidade, porque foi sempre assim que eu conduzi a minha vida pública, com respeito às leis, às instituições e, principalmente, à verdade", disse a governadora. 

Raquel Lyra ainda defendeu a Polícia Civil de Pernambuco.

"Você sabe, eu sou a primeira mulher a governar Pernambuco. Fui duas vezes prefeita de Caruaru, duas vezes deputada estadual, procuradora do estado de Pernambuco e delegada da Polícia Federal. E se tem uma coisa que você vai encontrar na minha trajetória é responsabilidade. A Polícia Civil de Pernambuco é uma instituição de Estado, com autonomia e responsabilidade funcional. Ela não pertence a governos, não serve a interesses políticos e jamais será instrumento de ninguém", destacou.

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