Política
Publicado em 14/06/2024, às 11h03 Reprodução/Redes sociais Lara Curcino e Rebeca Silva
O senador Jaques Wagner (PT-BA) negou, nesta sexta-feira (14) que o PT tenha rompido o bloco que compõe com o PSD no Senado.
A aliança, intitulada Bloco Parlamentar da Resistência Democrática, é composta ainda pelo PSB. Segundo o Metrópoles, o PT definiu o rompimento, nesta semana, por uma questão de cargos na estrutura do Senado.
Isso porque o PSD, por ser o maior partido do bloco, herdou a maior quantidade de cargos e cadeiras nas comissões temáticas.
Wagner, no entanto, negou o rompimento do grupo, durante visita à Bahia, para a cerimônia de início das obras do VLT, em Salvador.
“Não sei quem inventou, não tem nenhum rompimento. O que estava se discutindo é qual é a melhor forma de organização das bancadas para ter acesso a mais funções no Senado. Não tem nada a ver com rompimento. Eu estou com [os senadores baianos do PSD] Otto [Alencar e Ângelo] Coronel todo dia”, pontuou ele.
O líder do governo no Senado ainda comentou sobre o pleito de 2026, quando ele e Coronel podem concorrer à reeleição. O entrave acontece porque o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), também está de olho na vaga.
“Vamos primeiro esperar terminar a de 2024 para começar a negociar. Coronel, óbvio, pleiteia o espaço na base e ele tem direito, porque quer se reeleger, mas Rui também pleiteia e tem direito, porque é ex-governador e sustentou o grupo por oito anos. E eu também tenho interesse na reeleição. Mas vamos encontrar caminhos, para não precisar brigar”, disse ele.
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