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O Sindicato dos Bancários da Bahia, recebe a notícia que o banco HSBC vai cortar 50 mil vagas de trabalho e finalizar as atividades no Brasil. O anúncio, feito nesta terça-feira (9), é de que a empresa vai eliminar quase 10% do quadro dos funcionários, o que representa 25 mil empregos com a saída do banco do país. Nesta quarta-feira (10), os diretores do Sindicato visitam as unidades do HSBC em Salvador para prestar esclarecimentos aos bancários.
Só na Bahia, são 27 agências que podem ser fechadas e cerca de 500, o número de possíveis desligados.
Para o presidente do Sindicato da Bahia, Augusto Vasconcelos, é hora de defender a preservação do emprego dos 21 mil trabalhadores da empresa no Brasil. “Já tomamos a iniciativa de solicitar medidas dos deputados federais e do governo, através dos órgãos controladores da concorrência e do secretário do Trabalho do Estado, Álvaro Gomes. Sabemos que fusões e incorporações ampliam a concentração do mercado cada vez mais oligopolista, o que penaliza os consumidores e coloca em risco os direitos dos trabalhadores”, analisa.
O diretor da entidade e funcionário do banco, Élder Perez, lembra que a maior preocupação é com a redução dos postos de trabalho. "As demissões atingem todos os níveis hierárquicos. Sem contar que a venda do HSBC resultaria em uma maior concentração de bancos e menor concorrência. Os clientes teriam menos opções".
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