Salvador

Caruru de Cosme e Damião se torna patrimônio imaterial da Bahia

Tradição do mês de setembro na capital baiana, o caruru de Cosme e Damião segue se perpetuando através das familias e religiões  |  Jonas Santana/ Divulgação

Publicado em 19/09/2024, às 19h26   Jonas Santana/ Divulgação   Cadastrada por Letícia Rastelly

Uma verdadeira tradição soteropolitana agora é patrimônio imaterial da Bahia. Me refiro ao famoso caruru de São Cosme e São Damião, celebrado em 27 de setembro. O título, que aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC), nesta quinta-feira (19), será publicado no Diário Oficial no dia dos santos.

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“O princípio do patrimônio é de fato pertencimento, a gente não aprende na academia, na universidade... patrimônio é algo que a gente herda”, argumentou o presidente da Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural (CPHAAN), Táta Ricardo, que foi autor do processo de patrimonialização, em entrevista ao Correio*.

Conhecido também como caruru de sete meninos, a iguaria é uma das maiores manifestações populares de origem sacra da Bahia, segundo Tatá. Tal patrimônio segue se perpetuando através das famílias e comunidades religiosas e culturais do estado.

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