Saúde

Medida importante de saúde pública para realização da COP 30 é anunciada; saiba mais

Ministro da Saúde falou que capital brasileira está preparada para a realização do evento e anunciou novas medidas importantes para cidade-sede  |  José Cruz/Agência Brasil

Publicado em 03/10/2025, às 16h17   José Cruz/Agência Brasil   Gabriel Santana

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta sexta-feira (3), a abertura de um novo pronto-socorro no hospital Beneficente Portuguesa, em Belém (PA), cidade-sede da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), feita pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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O novo pronto-socorro vai funcionar pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o g1, o ministro relatou que a unidade será inaugurada antes da COP 30, prevista para acontecer em novembro deste ano.

“Nós vamos abrir um novo Pronto Socorro na Beneficiente Portuguesa, pelo SUS, antes da COP. Vai ser uma estrutura para atender a população como um todo e ficar como legado para Belém. O mais importante na saúde, além de a cidade estar preparada para receber quem estiver aqui, é deixar um grande legado de estrutura para saúde aqui de Belém”, disse Padilha.

O chefe da pasta abordou sobre a recomendação do Ministério Público Federal (MPF), em que dizia sobre o sistema de saúde pública de Belém estar em situação crítica e com risco de colapsar após a chegada de quase 50 mil pessoas esperadas para participar do evento. Alexandre disse que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a ONU visitaram as instalações.

“Tanto a OMS quanto a ONU deram nota 10 para a estrutura montada, não só para a COP 30, mas para o SUS da cidade de Belém. Estamos absolutamente preparados, não só para atender o que for necessário durante a COP 30, como também deixar um grande legado nos serviços de urgência, emergência, novas unidades básicas de saúde, reforma de unidade de saúde aqui para a cidade de Belém".

As medidas recomendadas pelo Ministério Público Federal foram:

O Ministério da Saúde, Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa), a Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) e a Secretaria Extraordinária da COP30 têm dez dias para responder se aceitam ou não as recomendações. O MPF relata que a omissão pode configurar crime e ato de improbidade administrativa.

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